Saudade daquilo que ainda não se viveu: Ferdinando Coutinho como uma nova forma de governar


“Saudade daquilo que ainda não se viveu” é uma frase bastante conhecida que o craque Neymar citou em suas redes sociais. Esse é o sentimento de muitos por aí, que mesmo em meio a uma das maiores crises do século, abandonaram a administração da cidade por um projeto pessoal e aventureiro, deixando o papel de servir ao povo de Matões.

É sabido pela população do município, que em tempos passados, na administração dos que se dizem “amar matões e os matoenses”, muitos colaboradores do município tinham que serem dispensados em dezembro, retornando apenas em março, tendo que, em muitos casos, continuar as atividades de forma voluntária, para que no futuro próximo viesse o bônus de voltar aos dados oficiais.

Na administração atual, liderada pelo prefeito Ferdinando Coutinho, mesmo com as incontáveis dificuldades financeiras e de saúde pública, o gestor vem honrando o compromisso com os seus colaboradores, fazendo jus com a máxima da responsabilidade com a coisa pública e com o povo de Matões.

É nesse sentido que os que se dizem “amar a matões e os matoenses”, sentem saudade daquilo que ainda não viveram, pois nunca tiveram a capacidade de zelar pelo povo e pelo bem público, fazendo disso uma extensão de suas particularidades.

Diferentemente da “saudade não vivida” pelo craque Neymar, a gestão do prefeito Ferdinando Coutinho à frente da gestão pública municipal de Matões, com várias frentes de serviços nos diversos setores, com responsabilidade e a aprovação da população é algo real. Portanto, a saudade do que ainda não se viveu por parte de lá só tende a aumentar.

Postar um comentário

0 Comentários